STC-DR3-Ficha G-Produção de alimentos- Alimentos transgénicos
A engenharia genética é a ciência responsável pelas informações contidas no código genético, que comandam todas as funções da célula. O código genético é retirado da célula viva e manipulado no seu exterior, modificando a sua estrutura (modificações genéticas), ou seja permite a manipulação dos genes, criando a possibilidade de combinação entre genes de organismos diferentes-Tecnologia do DNA recombinante (rDNA).
A biotecnologia desenvolvida pela engenharia genética consiste em introduzir ou suprimir um determinado gene responsável por uma dada característica. A biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais. As corporações agroquimicas que controlam a orientação e os objectivos das inovações na agricultura , através da biotecnologia argumentam que a engenharia genética estimulará a sustentabilidade na agricultura e solucionará os problemas que afectam a agricultura convencional e tirará os agricultores do terceiro mundo da baixa produtividade, pobreza e fome; o que na realidade não tem sido observado com os actuais desenvolvimentos na biotecnologia agrícola, as expectativas criadas, e as promessas feitas não se têm verificado.
A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.
Dentro das várias áreas em que a engenharia genética actua, encontra-se também o desenvolvimento de técnicas para a manipulação genética em produção de alimentos. Alimentos geneticamente modificados são alimentos criados em laboratório com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios) e os alimentos transgénicos ( quando em resultado da manipulação genética possuem material genético de outros organismos inseridos no seu genoma). A estes mediante as técnicas da engenharia genética são introduzidos materiais genéticos de outros organismos. A semente é modificada em laboratório, modificação esta que pode ser para uma maior resistência das plantas às pragas, insectos e grandes quantidades de insecticidas. Consideram-se efeitos positivos nos alimentos transgenicos o aumento da produção de alimentos; melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos( alimentos que teriam fins terapêuticos); maior resistência e durabilidade; .... Consideram-se efeitos negativos: aumento das reacções alérgicas; as plantas que não sofreram alteração genética podem ser eliminadas pelo processo de selecção natural, pois, as transgénicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas; e gerando maior consumo destes, apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação , o cultivo de plantas transgenicas pode, também matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécie de plantas;....
Eu tenho conhecimento, através de um artigo cientifico que já li em 2004, que os broculos contém uma substância que além de protectora de vários tipos de cancro, tem ainda uma função destruidora de células malignas( glicosinolato, que por sua vez dá origem aos isotiocianatos (?)). Por este motivo a equipa cientifica responsável por este estudo, alterou as caracteristicas genéticas naturais do broculo, introduzindo uma maior percentagem desta substancia, com o propósito de aumentar o efeito protector e destruidor do cancro. Soube na altura que a comprovação deste estudo foi considerado de muito êxito, inclusivamente a equipa foi premiada, e ficou a promessa de essa descoberta ser posta em prática para fins de produção comercial. Na altura em que li o artigo ainda não tinham avançado com a produção para fins comerciais. Este artigo para mim teve um impacto tão positivo que, desde então todos os dias incluo broculos na alimentação do meu filho. Na altura fiz muitas pesquisa na área da alimentação saudável e encontrei informação de muitos alimentos de origem vegetal protectores de cancro, nos broculos além da protecção, o que sem dúvida é fundamental, também tive conhecimento do poder destrutivo de células malignas o que para interesse próprio foi um achado "milagroso", e pela primeira vez vi algo de positivo na alteração genética à natureza de produtos alimentares . Tentei várias buscas na NET sobre o dito artigo, para comprovação do exposto, mas não encontrei.
Actualmente existe um debate bastante intenso relacionado com a inserção de alimentos geneticamente modificados no mercado. Por exemplo o Japão rejeita a entrada de alimentos com estas características, já por exemplo os outros países da Ásia , o Norte e Sul da América aceitam esta variedade agronómica. Nos EUA cultivam-se transgenicamente: melão, soja, tomate, algodão, batata, canola, milho,...Na UE, tomate, canola, soja, algodão,....Na Argentina : soja, milho, algodão...
Quando um produto alimentar é geneticamente modificado com o intuito de melhor qualidade alimentar, aumento ou das potencialidades contra doenças, protecção ambiental (sem desconsiderar a saúde alimentar) considero-o sem dúvida positivo. Acredito que muitos poucos produtos sejam geneticamente modificados por estas razões. Quando o interesse está directamente relacionado com interesses económicos e sociais sendo esta prática associada a anti-naturais, nefastas para a segurança e bem estar da humanidade. Isto é interferir deliberadamente com a natureza, e deveriam respeitar os limites dessa interferência. Considero que a engenharia genética, na área de produção de alimentos geneticamente modificados, é mais uma das ciências à qual é necessário impôr limites, é preciso por em prática uma ética global que proteja e defenda que precisamos de uma natureza sã, temos de a respeitar, pois nela sempre encontramos tudo o que necessitamos.
A engenharia genética é a ciência responsável pelas informações contidas no código genético, que comandam todas as funções da célula. O código genético é retirado da célula viva e manipulado no seu exterior, modificando a sua estrutura (modificações genéticas), ou seja permite a manipulação dos genes, criando a possibilidade de combinação entre genes de organismos diferentes-Tecnologia do DNA recombinante (rDNA).
A biotecnologia desenvolvida pela engenharia genética consiste em introduzir ou suprimir um determinado gene responsável por uma dada característica. A biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais. As corporações agroquimicas que controlam a orientação e os objectivos das inovações na agricultura , através da biotecnologia argumentam que a engenharia genética estimulará a sustentabilidade na agricultura e solucionará os problemas que afectam a agricultura convencional e tirará os agricultores do terceiro mundo da baixa produtividade, pobreza e fome; o que na realidade não tem sido observado com os actuais desenvolvimentos na biotecnologia agrícola, as expectativas criadas, e as promessas feitas não se têm verificado.
A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.
Dentro das várias áreas em que a engenharia genética actua, encontra-se também o desenvolvimento de técnicas para a manipulação genética em produção de alimentos. Alimentos geneticamente modificados são alimentos criados em laboratório com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios) e os alimentos transgénicos ( quando em resultado da manipulação genética possuem material genético de outros organismos inseridos no seu genoma). A estes mediante as técnicas da engenharia genética são introduzidos materiais genéticos de outros organismos. A semente é modificada em laboratório, modificação esta que pode ser para uma maior resistência das plantas às pragas, insectos e grandes quantidades de insecticidas. Consideram-se efeitos positivos nos alimentos transgenicos o aumento da produção de alimentos; melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos( alimentos que teriam fins terapêuticos); maior resistência e durabilidade; .... Consideram-se efeitos negativos: aumento das reacções alérgicas; as plantas que não sofreram alteração genética podem ser eliminadas pelo processo de selecção natural, pois, as transgénicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas; e gerando maior consumo destes, apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação , o cultivo de plantas transgenicas pode, também matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécie de plantas;....
Eu tenho conhecimento, através de um artigo cientifico que já li em 2004, que os broculos contém uma substância que além de protectora de vários tipos de cancro, tem ainda uma função destruidora de células malignas( glicosinolato, que por sua vez dá origem aos isotiocianatos (?)). Por este motivo a equipa cientifica responsável por este estudo, alterou as caracteristicas genéticas naturais do broculo, introduzindo uma maior percentagem desta substancia, com o propósito de aumentar o efeito protector e destruidor do cancro. Soube na altura que a comprovação deste estudo foi considerado de muito êxito, inclusivamente a equipa foi premiada, e ficou a promessa de essa descoberta ser posta em prática para fins de produção comercial. Na altura em que li o artigo ainda não tinham avançado com a produção para fins comerciais. Este artigo para mim teve um impacto tão positivo que, desde então todos os dias incluo broculos na alimentação do meu filho. Na altura fiz muitas pesquisa na área da alimentação saudável e encontrei informação de muitos alimentos de origem vegetal protectores de cancro, nos broculos além da protecção, o que sem dúvida é fundamental, também tive conhecimento do poder destrutivo de células malignas o que para interesse próprio foi um achado "milagroso", e pela primeira vez vi algo de positivo na alteração genética à natureza de produtos alimentares . Tentei várias buscas na NET sobre o dito artigo, para comprovação do exposto, mas não encontrei.
Actualmente existe um debate bastante intenso relacionado com a inserção de alimentos geneticamente modificados no mercado. Por exemplo o Japão rejeita a entrada de alimentos com estas características, já por exemplo os outros países da Ásia , o Norte e Sul da América aceitam esta variedade agronómica. Nos EUA cultivam-se transgenicamente: melão, soja, tomate, algodão, batata, canola, milho,...Na UE, tomate, canola, soja, algodão,....Na Argentina : soja, milho, algodão...
Quando um produto alimentar é geneticamente modificado com o intuito de melhor qualidade alimentar, aumento ou das potencialidades contra doenças, protecção ambiental (sem desconsiderar a saúde alimentar) considero-o sem dúvida positivo. Acredito que muitos poucos produtos sejam geneticamente modificados por estas razões. Quando o interesse está directamente relacionado com interesses económicos e sociais sendo esta prática associada a anti-naturais, nefastas para a segurança e bem estar da humanidade. Isto é interferir deliberadamente com a natureza, e deveriam respeitar os limites dessa interferência. Considero que a engenharia genética, na área de produção de alimentos geneticamente modificados, é mais uma das ciências à qual é necessário impôr limites, é preciso por em prática uma ética global que proteja e defenda que precisamos de uma natureza sã, temos de a respeitar, pois nela sempre encontramos tudo o que necessitamos.
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