sábado, 30 de maio de 2009

ASTROBIOLOGIA E O CONTEXTO CÓSMICO DA VIDA

STC-DR4-
Tarefa 3-O Universo
ASTROBIOLOGIA E O CONTEXTO CÓSMICO DA VIDA
Reflexão do que reti/aprendi com a palestra dada pelo Doutor Daniel Folha
A palestra iniciou com a reflexão do significado de Astrobiologia, estudo da vida fora da terra, estudo da existência de vida noutros planetas e em nuvens interestrelares; incluindo o estudo de como os ambientes extraterrestres podem afectar organismos vivos. Referiu sobre as condições para a manutenção da vida fora do nosso planeta.
Foi colocada a questão " O que é a vida?", e dada a resposta "é um sistema químico auto-sustentável capaz de sofrer evolução Darwiniana, onde está implícita a capacidade de reprodução". Esta resposta foi confrontada com uma controvérsia exemplificada por duas espécies de seres vivos: Ligre (que é um animal que resulta do cruzamento de um leão macho com um tigre fêmea), e a Mula (que resulta do cruzamento do burro com a égua); esta controvérsia foi exposta porque seres vivos gerados do cruzamento de duas espécies diferentes não têm a capacidade de se reproduzir, no entanto possuem vida....
Questões que à partida todos nós pensamos ser de fácil resposta, não o são tanto assim, muitas vezes à a tendência de definir algo (por exemplo vida) pelas suas propriedades.
Referiu uma breve abordagem da cronologia da vida na Terra, da qual muito resumidamente conclui 3 aspectos importantes:
-Dos 4500 milhões de anos de idade da Terra, só após 700 milhões de anos se verifica o primeiro indicio de vida, e após 1100 milhões de anos os primeiros fosseis, sendo estes dois aspectos, ainda assim, alvo de controvérsias entre vários cientistas.
-Após 1900 milhões de anos da existência da terra, efectivamente ter-se-á verificado a existência dos primeiros fosseis e só após 3860 milhões de anos são verificados os primeiros fosseis macroscópicos (visíveis à vista desarmada)
-O sol, actualmente com cerca de 4500 milhões de anos, para o qual se prevê uma vida de 10000 milhões, encontra-se no nosso tempo a menos de metade da sua vida. Sendo este facto conclusivo de que a Terra está ameaçada, mas num espaço de tempo tão longo que não faz sentido preocupar-nos com isso durante muitas e muitas gerações futuras.
Referiu o BIG BANG, quando o universo se formou. Havia cerca de 75% de hidrogénio, 25% de Hélio, Lítio e Berílio, químicos necessários à vida , mas não suficientes.Os outros elementos necessários à evolução das espécies hoje existentes formaram-se no interior das estrelas. Estes elementos formados no interior das estrelas vieram parar ao nosso planeta, e até mesmo dentro de nós, pois também eles fazem parte da nossa constituição (sódio, cálcio, ferro,...)devido ao facto de que no final da vida das estrelas elas "explodirem", libertando para o espaço interestelar elementos suficientes para produzir elementos mais pesados que o ferro, libertam todos os elementos que dão condição à vida na Terra, e permitem a formação de novas estrelas. Permitindo abundância cósmica de elementos como o Hidrogénio, Carbono, Azoto, ....
Vimos imagens fantásticas conseguidas através de sondas enviadas para o espaço, e algumas conseguidas através do telescópio espacial Hubble: Nebulosa de Caranguejo, Remanescente de supernova, uma pequena parte de céu preenchida de estrelas e outros corpos celestes, Via láctea (galáxia onde a Terra está inserida).....
Referiu as Moléculas e a Matéria Ôrganica (Aminoácidos e Nucleotidos) também eles necessários à nossa existência , na medida que são responsáveis pela formação de proteínas e do ADN.
Referiu o estudo Filogenético- em busca do antepassado comum universal, que nunca foi encontrado, mas que se procura ...
Quanto à questão da existência de vida para além do planeta terra, referiu que também a ciência ainda está à procura da resposta no sistema solar e em outros sistemas planetários.
Referiu que a condição que parece necessária para vida que conhecemos é a existência de água no estado liquido. Definiu Extremófilos:" Organismos que gostam de locais que nós achamos que são impróprios para a vida.
Quanto ao planeta Marte referiu que não havendo matéria ôrganica no solo marciano logo não há vida.
Falou e projectou fotografias de Europa (lua de Júpiter) e em Titã (lua de Saturno).
Aconselhou a leitura do livro "Cosmos" de Carl Sagan, considerando-o o mais completo na informação e compreensão desta pseudo-ciência, o qual pretendo ler.
Informou que já foram encontrados 347 planetas, coisa que eu nunca sequer imaginei.
Demonstrou a forma como está a ser usado o método de Biomarcadores para analisar a constituição do nosso planeta, para que se proceda da mesma forma com outros planetas, a fim de avaliar as condições de poderem sustentar vida.
Coloquei a questão do porquê Plutão ter sido desconsiderado planeta, a qual o Doutor Daniel respondeu de uma forma muito acessível e compreensível, aproveitando também para referir o facto da "tristeza" dos americanos com tal desclassificação, em virtude de ter sido o único planeta por eles descoberto.
Ao fim de um dia de trabalho, é evidente que a esta hora todos estaríamos cansados, o que lamento, porque gostei muito de todo o desenvolvimento da palestra, aprendi muito. Gostaria que certos aspectos tivessem sido mais aprofundados, pois acredito que estávamos na presença de alguém que teria muito, muito mais para nos ensinar, de uma forma muito agradavél, simpática e acessível de reter conhecimento.
Obrigada Doutor Daniel Folha.
STC-DR4-Tarefa 3-SI

terça-feira, 26 de maio de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

TIPOS/MODELOS DE SOCIEDADE

STC-DR4-Ficha F-Tarefa 1
O grupo 1 apresentou o trabalho sobre a América do Norte, e aprofundou algumas características sociais, económicas e culturais, também referiu um pouca sobre a sua gastronomia, foi um trabalho do qual eu quase nada reti.
O grupo 2 apresentou o trabalho sobre a América Central, aprofundando o Haiti. Achei muito interessante o facto do grupo ter demonstrado a realidade de pobreza desta Ilha. Influenciados pela publicidade turística a maioria de nós considera o Haiti como uma ilha parasidiaca. A apresentação da retirada da cortina para demonstrar a pobreza extrema, feita pela Natália, também valorizei bastante, pois embora um pouco atrapalhada, mostrou emoção na forma como referiu esta triste realidade.
O grupo 3 apresentou o trabalho sobre a América do sul e a única coisa que recordo foi que se referiram ao Suriname.
O grupo 4 apresentou o trabalho sobre a Europa, abrangia de uma forma geral todo o continente, a apresentação feita pelo Bruno, foi de competência, segurança, sabia do que estava a falar, sempre preparado para responder a todas as questões que lhe foram postas. Por outro lado achei o trabalho bastante exaustivo , e a única coisa que consigo lembrar foi a "valorização" das 12 estrelas da bandeira da EU evidenciada pelo Moisés.
O grupo 5 apresentou o trabalho sobre a Ásia, devido à dimensão do continente (53 países) o grupo optou por fazer uma pequena referência a alguns dos aspectos da Arábia Saudita. Foi debatido contra a apresentação do trabalho a falta de participação de dois dos elementos do grupo, embora esta tivesse sido uma estratégia de última da hora, este reparo faz todo o sentido. Foi debatido como aspecto positivo a colocação da bandeira, o que eu também considero um bom apoio ao trabalho, não só pela mensagem que transmite, mas também pelo aspecto negativo que é transmitido na medida em que reflecte a aceitação de uma só religião.
O grupo 6 apresentou o trabalho sobre a África, foi o meu preferido e que mais valorizei na medida em que a grande dimensão do continente não impediu que o grupo se referisse a todo este continente. E embora a percepção da gravação não fosse de grande qualidade, as imagem e legendas do vídeo, falaram por si. A música Ruanda, e o vídeo emocionaram a "plateia" sem dúvida. E certamente tal como a mim, fez-nos reflectir um pouco, nas verdadeiras dificuldades da vida.
---------
STC-DR4-Ficha F-Tarefa 1-SI

STC-DR3-Ficha G-Tarefa E -OGM-

STC-DR3-Ficha G- Tarefa E
Argumentos a favor e contra a utilização da Engenharia genética recolhidos após debate na aula:
Desvantagens sobre os alimentos transgénicos :
Consequências graves para o homem e para o ambiente;
As alterações genéticas destes alimentos podem ser são prejudiciais para a saúde do homem
Os pesticidas vão infectar os outros produtos que não são transgénicos
Prejudicam o tratamento de doenças porque alteram os genes
A qualidade dos alimentos é fraco
O consumo destes alimentos aumentam o nº de alergias- têm efeitos secundários e outros que ainda se desconhecem
Conclusão: O milho que usamos já é um alimento transgénico
Se calhar já consumimos e ainda não nos percebemos de tal.
Não há consequências visíveis ainda no consumo dos alimentos
Desvantagens da Engenharia Genética:
- A manipulação dos genes pode trazer consequência tais como cancro, lesões cerebrais,etc
- Vamos ser um único ser – a perda da individualidade
- O motor da evolução foi a selecção natural, com a engenharia genética a selecção passará de natural a económica. Só quem tem dinheiro poderá usufruir destes procedimentos terapeuticos.
-Não será justo escolher o aspecto do nosso filho.
- desconhecem-se os efeitos a longo prazo (como a ovelha Dolly)
- a discriminação do clone
- estamos a alterar o processo que até aqui era natural
- podemos acabar com a nossa espécie
"O desenvolvimento da Engenharia genética permitiu, no geral, uma melhoria da qualidade de vida da sociedade."
A inserção de genes de uma determinada espécie em outra não correlacionada, pode vir a melhorar esta última, que passa a apresentar determinadas características outrora não existentes.
Produção de vacinas, melhora de características agrônomicas de plantas e da qualidade dos animais de corte, por exemplo, perfazem um quadro das melhoras trazidas com a utilização da tecnologia do DNA recombinante ou da chamada engenharia genética.
"Até que ponto os OGM, ao serem libertados no ambiente, poderão alterar o equilibrio dos ecossistemas?"
O equilibrio dos ecossistemas será afectado com a criação de "superpragas" e "superinvasoras", assim como o aumento dos residíos tóxicos e a impossibilidade de controle das novas espécies; a impossibilidade de controle sobre a natureza com a introdução de uma espécia trangénica no ambiente é irreversível, pois o gene pode propagar-se sem controle, não se podendo prever as alterações no ecossistema; o aumento de residuos tóxicos na utilização de plantas trangénicas com caracteristicas de resistencia a herbicidas implicará na possibilidade de elevado uso de agrotóxicos, resultando daí uma maior poluição dos rios e dos solos; .
Por tal será importante aplicar novas tecnologias para aumentar a oferta e a qualidade dos alimentos. Há que actuar com cautela e avaliar os riscos envolvidos para que não se desenvolvam maiores danos. Hoje o que se verifica é a adição continua de novos riscos para a saúde dos seres humanos e para o meio ambiente; foi assim com os aditivos, os agrotóxicos, os anabolizantes usados no gado, a irradiação,… e agora a Engenharia Genética.
"O " arroz dourado", rico em vitamina A, foi criado para diminuir os casos de cegueira e mortalidade infantil, na Ásia."
A ideia do chamado arroz dourado também agrada os peritos, uma variedade geneticamente alterada do arroz, que contém níveis elevados de vitamina k. Existe a esperança que este arroz possa aliviar o défice de vitamina A, o que contribui no Mundo para a morte de milhões de pessoas anualmente.
"A Engenharia genética terá potencial para ser aplicada nas armas biológicas e no terrorismo"
Considerada a mais temidas das armas, a biológica tem efeitos devastadores e desconhecidos pela maioria dos médicos. São vírus e bactérias transformados geneticamente em laboratórios para se tornarem resistentes aos tratamentos. Podem matar ou incapacitar um inimigo, ou animais e plantas de uma nação adversária.
O uso de armas biológicas, feitas com vírus e bactérias, é impossível de ser detectado por equipamentos de segurança . Armas que podem dizimar populações ao contaminar o ar, a água ou os alimentos e para as quais não há tratamento
"Não poderão as novas tecnologias ser postas ao serviço de politicas discriminatórias e engénicas?"
Pela sua natureza, o desenvolvimento da engenharia genética convive com problemas legais e éticos. Um dos principais factores que exigem um controle rígido pela sociedade organizada, e tem gerado polêmicas ético-morais, é a manipulação do genoma de seres vivos com fins eugénicos, ou seja, a de depuração da espécie. Outro caso é a retirada de células-tronco de embriões humanos, principalmente contrariada por religiões, que consideram o acto uma agressão à vida.

Efeitos políticos e econômicos
Muitos opositores à engenharia genética actual acreditam que a ascensão do uso de OGM em grandes plantações causou uma poderosa inclinação de companhias de produtos agrícolas em companhias de biotenologia, que ganham poder excessivo sobre a produção de comida, e sobre os agricultores que usam os seus produtos.
Pessoas a favor das técnicas correntes de engenharia genética acreditam que vai diminuir a necessidade do uso de pesticidas e haverá maior produtividade agrícola para muitos agricultores, incluindo até os dos países em desenvolvimento.
Em Abril de 2004, Hugo Chaves baniu totalmente o uso de sementes geneticamente modificadas na Venezuela. Em Janeiro de 2005, o governo da Hungria seguiu, e anunciou que bania a importação e plantação de sementes de milho geneticamente modificadas, apesar de terem sido autorizadas pela união europeia.
Os especialistas das técnicas genéticas enumeram os benefícios que a tecnologia pode ter nas plantas comestíveis. Por exemplo, nas difíceis condições agrícolas dos países em desenvolvimento (também conhecidos como países subdesenvolvidos, ou do Terceiro Mundo). Dizem que, com modificações, as colheitas existentes poderiam prosperar sob as circunstâncias relativamente hostis, fornecendo maiores quantidades de alimento. Os peritos afirmam ainda que as colheitas geneticamente projectadas não são significativamente diferentes daquelas modificadas pela Natureza ou pelos seres humanos no passado, e estas que, pela extensão, são tão seguras ou mesmo mais seguras do que o uso de tais métodos. Apesar de existir certa transferência de genes entre eucariotos eucariotos e procariotos unicelulares, até agora ainda não houve catástrofes genéticas resultantes disto.
Engenheiros genéticos afirmam que a tecnologia de manipulação genética é segura. Dizem alguns que é necessária a fim de manter a produção de alimentos para suprir o crescimento das populações.
Entretanto, outros discutem que o maior problema é a distribuição, e não a produção, pois a fome de parte da população é o resultado da distribuição desigual de alimento e da riqueza. Portanto, não haveria necessidade da produção de alimentos geneticamente modificados.
Outros ainda, afirmam que as modificações genéticas podem ter consequências inesperadas, podendo tanto nos organismos modificados como nos seus ambientes. Os efeitos ecológicos das plantas transgênicas precisariam ser cuidadosamente investigados antes de serem liberados para plantio.
Os activistas Anti-Engenharia Genética dizem que com os conhecimentos atuais de genética, ainda não existe nenhuma maneira de se assegurar que os organismos geneticamente modificados fiquem controlados. Afirmam ainda que o uso desta tecnologia fora de laboratórios tem riscos inaceitáveis para o futuro. Existe o receio de que determinados vegetais geneticamente manipulados reduzirão a biodiversidade no Planeta .
Segundo afirmações ainda, as plantas tóxicas aos insectos significarão não significaram absolutamente nada. Isto poderia resultar no declínio de vários animais selvagens (por exemplo pássaros ) que dependem das sementes e/ou dos insectos, como alimento.

sábado, 16 de maio de 2009

EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA

STC-Ficha F- Tarefa 2

TELESCÓPIO ESPACIAL HUBBLE

A minha escolha é justificada pelo facto do lançamento do telescópio espacial Hubble representar uma das mais importantes revoluções dos últimos cinquenta anos no campo da observação astronómica. Encontrando-se acima do manto da atmosfera terrestre, não é perturbado pelas turbulências atmosféricas, pelo que a sua visão torna-se muito mais clara do que a de instrumentos terrestres análogos. É uma nova janela com vista para o universo .Foi colocado em órbita terrestre a 600 Km de altitude pela nave Discovery em 1990.No começo dos testes as imagem não tinham a nitidez esperada, após vários estudos, descobriu-se que a curvatura do espelho não era perfeita. Ao fim e mais de 3 anos após o lançamento, o telescópio foi recuperado e colocaram-lhes lentes correctoras, que lhe tornaram a vista perfeita. Em 1996 os astronautas voltaram a visitar o Hubble, para substituir dois instrumentos por aparelhos ainda mais aperfeiçoados. A partir de então o Hubble tem efectuado descobertas atrás de descobertas. Fotografou nuvens de pó incubadoras de estrelas, buracos negros, estrelas gigantes, outras que explodem, nebulosas planetárias, galáxias e quasares a 12 000 milhões de anos-luz, discos protoplanetários e uma infinidade de outros aspectos da abóbada celeste
Uma nova missão de manutenção do telescópio Hubble para actualização dos instrumentos foi realizada a 3 de Novembro de 2006.
Depois de mais de uma década de descobertas fascinantes, o Telescópio Espacial Hubble terá em breve o recomeço que merece. O Administrador da NASA, Michael Griffin, deu luz verde a uma missão Shuttle para reparação e actualização do observatório espacial permanente.
A história do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA é dominada pelas imagens detalhadas que todos conhecemos e pelas espantosas descobertas que tiveram um impacto científico sem precedentes na nossa visão do mundo e na nossa compreensão do universo. No entanto, estes importantes contributos para a ciência e para a humanidade só foram possíveis graças a actualizações e melhoramentos regulares dos instrumentos do Hubble.
A utilização do Space Shuttle para esta quinta missão de manutenção sublinha o papel importante que os astronautas desempenharam e continuam a desempenhar no prolongamento da vida útil e no aumento do potencial científico do Telescópio Espacial. Desde a perda do Columbia em 2003, o Shuttle foi lançado com sucesso em três missões, confirmando que os melhoramentos efectuados permitiram obter o elevado nível de segurança necessário para o veículo espacial e a sua tripulação.
Hubble
“Nunca existirá um fim para a investigação científica que é possível realizar com um máquina como o Hubble”, afirma David Southwood, Director Científico da ESA. “O Hubble é a forma de explorarmos as nossas origens. Todos devemos estar orgulhosos por existir nele um elemento europeu e por, de certa forma, fazermos todos parte do seu sucesso.”
Esta Missão de Manutenção não só irá assegurar que o Hubble possa funcionar talvez por mais dez anos; mas irá também aumentar significativamente as suas capacidades em áreas chave. Esta missão de grande visibilidade começou em 2008 e irá incluir vários passeios espaciais.
Como parte da actualização, prevê-se a instalação de dois novos instrumentos científicos: o Espectrógrafo de Origens Cósmicas e a Câmara 3 de Amplo Campo de Visão. Cada um deles possui sensores de tecnologia avançada que irão melhorar consideravelmente o potencial de descoberta do Hubble e lhe permitirão observar a luz ténue das estrelas e galáxias mais recentes do universo. Com este aumento espectacular das suas capacidades científicas, este observatório orbital continuará a penetrar nas regiões mais distantes do espaço exterior e a revelar fenómenos surpreendentes.
“Neste momento, o Hubble produz mais dados científicos do que nunca. Os astrónomos estão a requerer cinco vezes mais tempo de observação do aquele de que dispõem” comentou Bob Fosbury, Director da Unidade de Coordenação Europeia HST. “Os novos instrumentos irão abrir janelas completamente novas para o universo. Observações extraordinárias estão previstas para os próximos anos, incluindo alguns dos mais fascinantes fenómenos físicos jamais vistos: investigação de planetas à volta de outras estrelas, analisando com maior profundidade a ascendência da nossa Via Láctea e, acima de tudo, obtendo uma visão muito mais profunda sobre a evolução do universo.
-------
STC-Ficha F-SI

terça-feira, 12 de maio de 2009

Produção de alimentos-Alimentos transgénicos

STC-DR3-Ficha G-Produção de alimentos- Alimentos transgénicos
A engenharia genética é a ciência responsável pelas informações contidas no código genético, que comandam todas as funções da célula. O código genético é retirado da célula viva e manipulado no seu exterior, modificando a sua estrutura (modificações genéticas), ou seja permite a manipulação dos genes, criando a possibilidade de combinação entre genes de organismos diferentes-Tecnologia do DNA recombinante (rDNA).
A biotecnologia desenvolvida pela engenharia genética consiste em introduzir ou suprimir um determinado gene responsável por uma dada característica. A biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais. As corporações agroquimicas que controlam a orientação e os objectivos das inovações na agricultura , através da biotecnologia argumentam que a engenharia genética estimulará a sustentabilidade na agricultura e solucionará os problemas que afectam a agricultura convencional e tirará os agricultores do terceiro mundo da baixa produtividade, pobreza e fome; o que na realidade não tem sido observado com os actuais desenvolvimentos na biotecnologia agrícola, as expectativas criadas, e as promessas feitas não se têm verificado.
A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.
Dentro das várias áreas em que a engenharia genética actua, encontra-se também o desenvolvimento de técnicas para a manipulação genética em produção de alimentos. Alimentos geneticamente modificados são alimentos criados em laboratório com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios) e os alimentos transgénicos ( quando em resultado da manipulação genética possuem material genético de outros organismos inseridos no seu genoma). A estes mediante as técnicas da engenharia genética são introduzidos materiais genéticos de outros organismos. A semente é modificada em laboratório, modificação esta que pode ser para uma maior resistência das plantas às pragas, insectos e grandes quantidades de insecticidas. Consideram-se efeitos positivos nos alimentos transgenicos o aumento da produção de alimentos; melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos( alimentos que teriam fins terapêuticos); maior resistência e durabilidade; .... Consideram-se efeitos negativos: aumento das reacções alérgicas; as plantas que não sofreram alteração genética podem ser eliminadas pelo processo de selecção natural, pois, as transgénicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas; e gerando maior consumo destes, apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação , o cultivo de plantas transgenicas pode, também matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécie de plantas;....
Eu tenho conhecimento, através de um artigo cientifico que já li em 2004, que os broculos contém uma substância que além de protectora de vários tipos de cancro, tem ainda uma função destruidora de células malignas( glicosinolato, que por sua vez dá origem aos isotiocianatos (?)). Por este motivo a equipa cientifica responsável por este estudo, alterou as caracteristicas genéticas naturais do broculo, introduzindo uma maior percentagem desta substancia, com o propósito de aumentar o efeito protector e destruidor do cancro. Soube na altura que a comprovação deste estudo foi considerado de muito êxito, inclusivamente a equipa foi premiada, e ficou a promessa de essa descoberta ser posta em prática para fins de produção comercial. Na altura em que li o artigo ainda não tinham avançado com a produção para fins comerciais. Este artigo para mim teve um impacto tão positivo que, desde então todos os dias incluo broculos na alimentação do meu filho. Na altura fiz muitas pesquisa na área da alimentação saudável e encontrei informação de muitos alimentos de origem vegetal protectores de cancro, nos broculos além da protecção, o que sem dúvida é fundamental, também tive conhecimento do poder destrutivo de células malignas o que para interesse próprio foi um achado "milagroso", e pela primeira vez vi algo de positivo na alteração genética à natureza de produtos alimentares . Tentei várias buscas na NET sobre o dito artigo, para comprovação do exposto, mas não encontrei.
Actualmente existe um debate bastante intenso relacionado com a inserção de alimentos geneticamente modificados no mercado. Por exemplo o Japão rejeita a entrada de alimentos com estas características, já por exemplo os outros países da Ásia , o Norte e Sul da América aceitam esta variedade agronómica. Nos EUA cultivam-se transgenicamente: melão, soja, tomate, algodão, batata, canola, milho,...Na UE, tomate, canola, soja, algodão,....Na Argentina : soja, milho, algodão...
Quando um produto alimentar é geneticamente modificado com o intuito de melhor qualidade alimentar, aumento ou das potencialidades contra doenças, protecção ambiental (sem desconsiderar a saúde alimentar) considero-o sem dúvida positivo. Acredito que muitos poucos produtos sejam geneticamente modificados por estas razões. Quando o interesse está directamente relacionado com interesses económicos e sociais sendo esta prática associada a anti-naturais, nefastas para a segurança e bem estar da humanidade. Isto é interferir deliberadamente com a natureza, e deveriam respeitar os limites dessa interferência. Considero que a engenharia genética, na área de produção de alimentos geneticamente modificados, é mais uma das ciências à qual é necessário impôr limites, é preciso por em prática uma ética global que proteja e defenda que precisamos de uma natureza sã, temos de a respeitar, pois nela sempre encontramos tudo o que necessitamos.
--------
STC-DR3-Ficha G-SC

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Tarefa E-Noticia 4

STC-Tarefa E-Noticia 4
A recolha de informação genética de individuos torna-se uma arma muito poderosa para a investigação na área criminal. A criação de Base de Dados de DNA pode ser usada para investigar a culpabilidade dos criminosos, libertar inocentes, identificar cadáveres e restos humanos em acidentes aéreos, em catastrofes naturais e em muitas outras situações.
Daí a criação da Base da Dados genética portuguesa ser um instrumento essencial de investigação.
O processo desta investigação consiste em identificar a sequencia de cromossomas contidos na molécula de DNA de um individuo, uma vez que o DNA revela as caracteristicas individuais, únicas em cada ser vivo.
A partir de qualquer tecido do corpo, de uma gota de sangue, saliva...é possivel retratar a sequência genética de cada um.
A impressão digital genética herda-se metade da mãe e metade do pai, facto que é de grande importância na busca de filhos desaparecidos.
No contexto seleccionado não vejo desvantagens na medida que se declara ser garantida a confidencialidade dos dados e revela que em caso algum os marcadores de DNA poderão revelar qualquer informação sobre as caracteristicas patológicas ou hereditárias dos individuos e ainda pela frase que transcrevo " No tocante à identificação civil, a base será constituída a partir da recolha de amostras em voluntários que queiram o seu parfil referenciado". Caso se venha a verificar a falta de respeito por esta legislação é evidente que poderão vir a sentir-se efeitos éticos muito graves.
STC-F.E-DR1-SC

terça-feira, 5 de maio de 2009

Reflexão Sindrome de Down

Reflexão sobre a Síndrome de Down
A Síndrome de Down é também designada por Trissomia 21 e mongolismo, constitui um distúrbio genético causado pela presença de um cromossoma extra, o cromossoma 21. Esta alteração genética ocorre durante a divisão celular ( mitose) do embrião, ou seja, quando o espermatozóide fecunda óvulo , daí resulta uma célula chamada zigoto ou ovo, que é composta por 46 cromossomas, esta célula passa por um processo de divisão celular. Cada nova célula recebe um conjunto de 46 cromossomas e é precisamente no processo de divisão celular que surge a Síndrome de Down. Todos os pares de cromossomas são distribuídos correctamente à excepção do cromossoma 21. Este erro de distribuição pode ocorrer em qualquer célula na época da sua divisão. Assim, um indivíduo portador desta síndrome possui 47 cromossomas e não 46, já que há uma triplicação do cromossoma 21.
Os portadores da síndrome de Down apresentam alterações a nível do desenvolvimento físico e mental. As características físicas de uma criança portadora deste síndrome são fundamentais para que o médico a possa diagnosticar, dado que estas apresentam características muito específicas. A cabeça da criança com síndrome de Down é um pouco menor quando comparadas com as das crianças “ normais”. A parte posterior da cabeça é levemente achatada ( braquicefalia) na maioria das crianças, o que confere uma aparência arredondada à cabeça- as moleiras são maiores e demoram mais tempo para se fechar. Em algumas crianças pode haver áreas com falhas de cabelo (alopecia parcial), ou, em casos raros, todo o cabelo pode ter caído (alopecia total). O rosto apresenta um contorno achatado, devido, principalmente aos ossos faciais pouco desenvolvidos e ao nariz pequeno. Geralmente, o osso nasal é afundado. Os olhos são, geralmente, normais no que respeita ao formato. As pálpebras são estreitas e levemente oblíquas. As orelhas e a boca são pequenas. Algumas crianças mantém a boca aberta e a língua pode projectar-se um pouco. À medida que criança fica mais velha , a língua pode ficar com estrias. No Inverno, os lábios tornam-se rachados. O pescoço pode ter uma aparência larga e grossa. Estas são apenas algumas das características físicas das crianças portadoras do Síndrome de Down. Estes factores físicos não interferem no desenvolvimento e na saúde da criança com Síndrome de Down. Apenas alguns defeitos como os cardiacos congénitos severos ou o bloqueio dos intestinos , são sérios e requerem uma pronta intervenção médica.Os problemas de visão e audição são muito frequentes e é fundamental corrigi-los, pois o mau funcionamento destes sentidos reflete-se, de forma negativa, na aquisição e processamento de informações.
A maioria das crianças apresenta um défice cognitivo, embora em dimensões muito variáveis.Actualmente, já não faz grande sentido falar-se de QI ( quociente de inteligência), dado que, cada vez mais se atribui importância a outro tipo de competências, como por exemplo, competências sociais, de relacionamento interpessoal... Neste contexto pode-se dizer que os indivíduos portadores de trissomia 21 não apresentam uma deficiência , já que conseguem alcançar bons níveis de autonomia pessoal e social. Têm uma grande capacidade de trocas sociais e são alegres, embora teimosas no entanto, o desenvolvimento cognitivo destas crianças é mais lento, permanecendo mais tempo do que as crianças “ normais” nos estádios de desenvolvimento. Como a criança portadora de Síndrome de Down apresenta hipotonia muscular ela necessita de ser auxiliada no desenvolvimento da linguagem , neste sentido, a família tem um papel fundamental na estimulação do seu desenvolvimento. O atraso na aquisição da fala e da linguagem constitui um dos maiores problemas encontrados pelos pais destas crianças. A assistência de um fonoaudiólogo é muito importante para auxiliar a família a verificar as dificuldades da criança e orientar quanto à melhor forma de estimulá-la em casa. Convém salientar que mesmo com a ajuda de profissionais e estimulação no ambiente familiar , a criança necessita de tempo para comunicar com um bom vocabulário e articular adequadamente as palavras. Apesar do desenvolvimento destas crianças ser mais lento do que o previsto nos padrões de normalidade,com a devida estimulação do meio, facilitada por profissionais capacitados e, sobretudo , pela família, elas podem chegar a progressos consideráveis .
A criança portadora de Síndrome de Down e família , infelizmente, vai sendo confrontada, de forma progressiva , com inúmeros obstáculos, o principal dos quais está relacionado com a exclusão social , muitas vezes veiculada pelos hospitais, pelos centros de saúde, pelas escolas , associações desportivas e outras instituições.À medida que estas crianças crescem e se desenvolvem, o problema da exclusão social agrava-se , e não é raro que elas próprias tenham consciência da degradação a que são votadas, pelo facto do seu desenvolvimento psicomotor ser diferente do das outras crianças da mesma idade. A solução para este problema reside na mudança de mentalidades, de forma a que as crianças portadoras desta síndrome , independentemente, das suas capacidades e competências , sejam compreendidas , aceites, integradas na família , na rua, na escola no emprego, enfim, na sociedade em geral. A modificação de mentalidades é a principal tarefa que está cometida à Associação de Pais, que procuram lutar pela inclusão destas crianças. Digo inclusão, e não inserção,pois parece-me que deve ser a sociedade a responsável por criar as condições necessárias para que estas crianças possam ter a qualidade de vida e o respeito que lhes é devido. Devemos validar na prática a afirmação “ todos diferentes , todos iguais”, devemos respeitar as características particulares de cada um. Ser portador da síndrome de Down não significa ser incapaz , até porque muitas destas pessoas têm conseguido romper barreiras, estudam, trabalham.
No nosso pais existem algumas associações que procuram apoiar os portadores da Síndrome de Down bem como as suas famílias, entre essas associações contam-se:
- Associação Portuguesa de Trissomia 21 ( APPT21) fundada em 1990 com a finalidade de prestar cuidados aos portadores desta síndrome. Nos inícios doas anos 90 a associação introduziu, em Portugal, as mais modernas metodologias de avaliação e intervenção no campo da trissomia 21.
- Associação portuguesa de Trissomia 21 do Algarve( APATRIS) procura dar resposta às questões sobre trissomia 21 e prestar apoio às famílias. Tem como objectivos a integração global do indivíduo, perspectivando a sua educação e formação profissional, tendo como fim a sua realização pessoal e integração social.
- Centro de Recuperação de Crianças e Jovens Deficientes ( CERCI) , embora não seja uma instituição direccionada especificamente para portadores de Trissomia 21 , esta também acolhe os portadores desta síndrome.Procura dar uma resposta sócio-educativa, profissional adequada aos portadores de deficiência.
Para finalizar, penso que o importante é respeitarmos as diferenças de cada um, afinal quem é perfeito?
stc-DR1-f.E-SC

Flyer sobre Trissomia 21

sexta-feira, 1 de maio de 2009


DR2-STC-Ficha C
Tarefa 1
O problema que se verifica é a perda do filho Adam, para resolver este problema entre as várias possíveis hipóteses optam pela clonagem, que como todas as hipóteses pode levar a prós e contras. Com o caminho escolhido (clonagem) realiza-se uma experiência não controlada, a qual acaba por ser mal sucedida.
Tarefa 2
Fazer experiências científicas no ser humano, antes de as fazer em ratos desobedece ao respeito pelo código dos direitos humanos/éticos. No filme a cobaia foi em primeira fase o ser humano. Na imagem verifica - se a evidência do órgão genital masculino, material reprodutor, e a imagem feminina evidência o aspecto cultural religioso, que se deve ter sempre em consideração quando a realização de experiências cientificas desta natureza.
Tarefa 3
1- Como cientista devia ter consciência que seria um erro clonar o seu filho, pois deveria ter em consideração a possibilidade de vi a reproduzir - se o comportamento psicopata que este apresentava. Não foi só tecnologia, avanço cientifico, que o moveu, mas interesse próprio, o que é condenável,
2- Além de não sermos apenas o produto da hereditariedade, aqui também, não foi controlado o facto da personalidade do filho do cientista vir a ser a dupla e má personalidade do clone.
3- O que posso dizer é que a clonagem para fins reprodutivos terá que ser muito bem avaliada, controlada, e com ética, consciência da equipa de cientistas que a realizar.
4-Se o material genético retirado do filho do cientista fosse descodificado, ou seja, analizado o seu conteúdo, estudadas as probabilidades de mau carácter, talvez ele mesmo decidisse não o juntar com o de Adam, e o clone fosse o que se pretendia. Embora com a diferença do meio ambiente, a época (8 anos mais tarde), a sociedade... não fosse possível o demonstrado no filme, pois também somos influência do meio. Cientificamente neste filme condeno a união dos dois materiais genéticos. A tecnologia considero-a aceitável. E socialmente também penso que seria necessário a tomada das atitudes escolhias, pois a sociedade não está preparada para uma tão avançada tecnologia científica, o próprio clone de Adam seria perseguido e discriminado.
Tarefa 4
1-No primeiro cartoon após a observação do problema da planta que está a morrer, vemos um senhor a pensar em várias hipóteses para tentar resolver o problema, acabando por optar por uma delas (penso que lhe coloca água), e vai registando o comportamento da planta (opta pelo método cientifico. No segundo cartoon perante a observação do mesmo problema, um outro senhor reza, sem pensar noutra solução (opta pelo método religioso)
2-"Não estou a ver a quem se refere? "-
Problema: Devido à forma de como os clientes nos têm identificado o funcionário da nossa agência com quem falou, (o mais gordo, o mais magro, o mais alto...) temos tido alguma dificuldade em atribuir responsabilidades, ou elogios, criando com isto alguma desorganização interna.
Recolha de Dados: Depois de alguma pesquisa e observação em hospitais verifiquei que todos os profissionais de saúde, usam crachá de identificação, o que torna muito mais fácil o contacto e identificação do mesmo perante terceiros.
Propor uma hipótese: Como directora de serviços, propus à entidade patronal que fizéssemos uma experiência, consistindo ela em colocar no peito de cada funcionário um crachá com identificação da empresa, foto, nome, e telefone do funcionário. Ao princípio a ideia não agradou muito, mas mesmo assim acordou - se fazer uma experiência durante um período de 10 dias. Fiz um crachá provisório para cada um dos funcionários segundo este modelo:






Para avaliar a funcionalidade do uso do crachá de identificação resolvi solicitar que ao fim de cada um dos 10 dias de experiência, cada um dos funcionários respondesse a um inquérito. Todos respondemos ao questionário que anexo:
_____________________________________________________________
DIA 1
Colocar uma cruz em S (sim) ou N (não) em cada uma das questões abaixo mencionadas.
As pessoas que o contactaram ao longo do dia de serviço de hoje :
1)Contactaram-no pelo nome S N
2)Ao contacta-lo pelo nome fizeram-no sentir-se
mais responsável pelo desempenho do seu papel S N
3)Sentiu-se mais valorizado no desempenho das
suas funções S N
4)Se alguém lhe telefonou identificou-o por:
A ) O nome S N
B) Pela agência S N
C) Pelo nome e pela agência S N
5)Sentiu de forma positiva que o uso do crachá
seja uma mais valia para a boa funcionalidade
da agência que representa S N
_____________________________________________________________

Analisando os resultados obtidos no inquérito sobre o uso de crachá de identificação obteve - se um resultado 100% positivo que justifica que a agência continue a manter todos os seus funcionários identificados.
Transferi as respostas dadas durante os 10 dias, pelos nove funcionários da firma, para a seguinte tabela, colocando na vertical o número de funcionário e na horizontal a resposta a cada uma das questões:
TABELA DE RESULTADOS
_____________________________________________________________
NºFun. Q.1 Q.2 Q.3 Q.4 a) Q.4 b) Q.4 c) Q.5
____________________________________________________________________________________________
F1 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F2 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F3 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F4 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F5 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F6 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F7 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F8 S S S S N S S
_____________________________________________________________
F9 S S S S N S S
_____________________________________________________________

Da análise deste inquérito retirou as seguintes conclusões:
1-É normal o cliente procurar saber com quem está a falar, mas raramente perguntam o nome do funcionário, o crachá fornece o nome sem causar o constrangimento da pergunta
2-O uso de crachá é um item de grande valia no atendimento de clientes, pois de imediato tratam pelo nome nele inscrito, estreitando assim cada vez mais a relação comercial e abrindo mais uma porta para a fidelização.
3-Com o uso do crachá o cliente fica com uma impressão de maior organização na empresa.
4-Os próprios funcionários sentem -se mais responsáveis e com uma maior auto estima no desempenho das suas funções.
5-O funcionario é mais vezes associado á agência com o uso do crachá de identificação do que a agência ao funcionário, o que estabelece uma relação menos materialista (por exemplo ao telefone perguntam " é o Sr. Manuel da agência. …" quando perguntavam " é da agência..., eu quero falar com o senhor que este cá hoje de manhã, …aquele mais alto..."
No que se refere ao problema das "alcunhas" temos a situação resolvida com o uso de crachá de identificação e não vejo necessidade de estudar novas hipóteses.
_______________________________________________________________________________
STC- Ficha D-DR2-SI