STC-Ficha F- Tarefa 2
TELESCÓPIO ESPACIAL HUBBLE
A minha escolha é justificada pelo facto do lançamento do telescópio espacial Hubble representar uma das mais importantes revoluções dos últimos cinquenta anos no campo da observação astronómica. Encontrando-se acima do manto da atmosfera terrestre, não é perturbado pelas turbulências atmosféricas, pelo que a sua visão torna-se muito mais clara do que a de instrumentos terrestres análogos. É uma nova janela com vista para o universo .Foi colocado em órbita terrestre a 600 Km de altitude pela nave Discovery em 1990.No começo dos testes as imagem não tinham a nitidez esperada, após vários estudos, descobriu-se que a curvatura do espelho não era perfeita. Ao fim e mais de 3 anos após o lançamento, o telescópio foi recuperado e colocaram-lhes lentes correctoras, que lhe tornaram a vista perfeita. Em 1996 os astronautas voltaram a visitar o Hubble, para substituir dois instrumentos por aparelhos ainda mais aperfeiçoados. A partir de então o Hubble tem efectuado descobertas atrás de descobertas. Fotografou nuvens de pó incubadoras de estrelas, buracos negros, estrelas gigantes, outras que explodem, nebulosas planetárias, galáxias e quasares a 12 000 milhões de anos-luz, discos protoplanetários e uma infinidade de outros aspectos da abóbada celeste
Uma nova missão de manutenção do telescópio Hubble para actualização dos instrumentos foi realizada a 3 de Novembro de 2006.
Depois de mais de uma década de descobertas fascinantes, o Telescópio Espacial Hubble terá em breve o recomeço que merece. O Administrador da NASA, Michael Griffin, deu luz verde a uma missão Shuttle para reparação e actualização do observatório espacial permanente.
A história do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA é dominada pelas imagens detalhadas que todos conhecemos e pelas espantosas descobertas que tiveram um impacto científico sem precedentes na nossa visão do mundo e na nossa compreensão do universo. No entanto, estes importantes contributos para a ciência e para a humanidade só foram possíveis graças a actualizações e melhoramentos regulares dos instrumentos do Hubble.
A utilização do Space Shuttle para esta quinta missão de manutenção sublinha o papel importante que os astronautas desempenharam e continuam a desempenhar no prolongamento da vida útil e no aumento do potencial científico do Telescópio Espacial. Desde a perda do Columbia em 2003, o Shuttle foi lançado com sucesso em três missões, confirmando que os melhoramentos efectuados permitiram obter o elevado nível de segurança necessário para o veículo espacial e a sua tripulação.
Hubble
“Nunca existirá um fim para a investigação científica que é possível realizar com um máquina como o Hubble”, afirma David Southwood, Director Científico da ESA. “O Hubble é a forma de explorarmos as nossas origens. Todos devemos estar orgulhosos por existir nele um elemento europeu e por, de certa forma, fazermos todos parte do seu sucesso.”
Esta Missão de Manutenção não só irá assegurar que o Hubble possa funcionar talvez por mais dez anos; mas irá também aumentar significativamente as suas capacidades em áreas chave. Esta missão de grande visibilidade começou em 2008 e irá incluir vários passeios espaciais.
Como parte da actualização, prevê-se a instalação de dois novos instrumentos científicos: o Espectrógrafo de Origens Cósmicas e a Câmara 3 de Amplo Campo de Visão. Cada um deles possui sensores de tecnologia avançada que irão melhorar consideravelmente o potencial de descoberta do Hubble e lhe permitirão observar a luz ténue das estrelas e galáxias mais recentes do universo. Com este aumento espectacular das suas capacidades científicas, este observatório orbital continuará a penetrar nas regiões mais distantes do espaço exterior e a revelar fenómenos surpreendentes.
“Neste momento, o Hubble produz mais dados científicos do que nunca. Os astrónomos estão a requerer cinco vezes mais tempo de observação do aquele de que dispõem” comentou Bob Fosbury, Director da Unidade de Coordenação Europeia HST. “Os novos instrumentos irão abrir janelas completamente novas para o universo. Observações extraordinárias estão previstas para os próximos anos, incluindo alguns dos mais fascinantes fenómenos físicos jamais vistos: investigação de planetas à volta de outras estrelas, analisando com maior profundidade a ascendência da nossa Via Láctea e, acima de tudo, obtendo uma visão muito mais profunda sobre a evolução do universo.

TELESCÓPIO ESPACIAL HUBBLE
A minha escolha é justificada pelo facto do lançamento do telescópio espacial Hubble representar uma das mais importantes revoluções dos últimos cinquenta anos no campo da observação astronómica. Encontrando-se acima do manto da atmosfera terrestre, não é perturbado pelas turbulências atmosféricas, pelo que a sua visão torna-se muito mais clara do que a de instrumentos terrestres análogos. É uma nova janela com vista para o universo .Foi colocado em órbita terrestre a 600 Km de altitude pela nave Discovery em 1990.No começo dos testes as imagem não tinham a nitidez esperada, após vários estudos, descobriu-se que a curvatura do espelho não era perfeita. Ao fim e mais de 3 anos após o lançamento, o telescópio foi recuperado e colocaram-lhes lentes correctoras, que lhe tornaram a vista perfeita. Em 1996 os astronautas voltaram a visitar o Hubble, para substituir dois instrumentos por aparelhos ainda mais aperfeiçoados. A partir de então o Hubble tem efectuado descobertas atrás de descobertas. Fotografou nuvens de pó incubadoras de estrelas, buracos negros, estrelas gigantes, outras que explodem, nebulosas planetárias, galáxias e quasares a 12 000 milhões de anos-luz, discos protoplanetários e uma infinidade de outros aspectos da abóbada celeste
Uma nova missão de manutenção do telescópio Hubble para actualização dos instrumentos foi realizada a 3 de Novembro de 2006.
Depois de mais de uma década de descobertas fascinantes, o Telescópio Espacial Hubble terá em breve o recomeço que merece. O Administrador da NASA, Michael Griffin, deu luz verde a uma missão Shuttle para reparação e actualização do observatório espacial permanente.
A história do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA é dominada pelas imagens detalhadas que todos conhecemos e pelas espantosas descobertas que tiveram um impacto científico sem precedentes na nossa visão do mundo e na nossa compreensão do universo. No entanto, estes importantes contributos para a ciência e para a humanidade só foram possíveis graças a actualizações e melhoramentos regulares dos instrumentos do Hubble.
A utilização do Space Shuttle para esta quinta missão de manutenção sublinha o papel importante que os astronautas desempenharam e continuam a desempenhar no prolongamento da vida útil e no aumento do potencial científico do Telescópio Espacial. Desde a perda do Columbia em 2003, o Shuttle foi lançado com sucesso em três missões, confirmando que os melhoramentos efectuados permitiram obter o elevado nível de segurança necessário para o veículo espacial e a sua tripulação.
Hubble
“Nunca existirá um fim para a investigação científica que é possível realizar com um máquina como o Hubble”, afirma David Southwood, Director Científico da ESA. “O Hubble é a forma de explorarmos as nossas origens. Todos devemos estar orgulhosos por existir nele um elemento europeu e por, de certa forma, fazermos todos parte do seu sucesso.”
Esta Missão de Manutenção não só irá assegurar que o Hubble possa funcionar talvez por mais dez anos; mas irá também aumentar significativamente as suas capacidades em áreas chave. Esta missão de grande visibilidade começou em 2008 e irá incluir vários passeios espaciais.
Como parte da actualização, prevê-se a instalação de dois novos instrumentos científicos: o Espectrógrafo de Origens Cósmicas e a Câmara 3 de Amplo Campo de Visão. Cada um deles possui sensores de tecnologia avançada que irão melhorar consideravelmente o potencial de descoberta do Hubble e lhe permitirão observar a luz ténue das estrelas e galáxias mais recentes do universo. Com este aumento espectacular das suas capacidades científicas, este observatório orbital continuará a penetrar nas regiões mais distantes do espaço exterior e a revelar fenómenos surpreendentes.
“Neste momento, o Hubble produz mais dados científicos do que nunca. Os astrónomos estão a requerer cinco vezes mais tempo de observação do aquele de que dispõem” comentou Bob Fosbury, Director da Unidade de Coordenação Europeia HST. “Os novos instrumentos irão abrir janelas completamente novas para o universo. Observações extraordinárias estão previstas para os próximos anos, incluindo alguns dos mais fascinantes fenómenos físicos jamais vistos: investigação de planetas à volta de outras estrelas, analisando com maior profundidade a ascendência da nossa Via Láctea e, acima de tudo, obtendo uma visão muito mais profunda sobre a evolução do universo.
-------
STC-Ficha F-SI
Sem comentários:
Enviar um comentário