“O ENVIADO”- Resumo e Reflexão
1) A um casal que acaba de perder num acidente o filho Adam, de 8 anos, é proposta por um cientista a clonagem do menino.
O casal, no início com muitas dúvidas e receios, é tentado a aceitar a proposta que a seu ver lhes devolverá o seu filho perdido.
Procedendo à recolha de material genético do falecido num período antecedente a 72 horas do falecimento torna-se possível a realização desta proposta.
Cientista e pais assumem um pacto de silêncio, segredo, em relação à comunidade em geral, pois a clonagem não é legalmente permitida. Criando condições que permitem o cumprimento deste pacto, é então introduzido no útero da mãe o material genético retirado do Adam.
O Cientista usa de artimanha, para que também ele, através da clonagem de Adam, traga de “volta o seu filho, que morrera num incêndio. Devido ao corpo queimado não terá sido possível a recolha de material suficiente para a clonagem do próprio filho, apenas recolheu algum, talvez da parte cerebral, que “armazenou” à espera da oportunidade que fosse de encontro ao seu desejo.
Pelo que entendi, o filho do cientista o filho do cientista era um psicopata, dono de uma personalidade destrutiva, maldosa.
Quando o clone de Adam completa a idade que Adam tinha quando morreu, diagnosticam-se comportamentos de dupla personalidade, age com base em memórias do filho do cientista, e manifesta as mesmas atitudes maldosas, e destrutivas.
Na situação especifica deste filme, eu não discordo de todo do processo de clonagem. Como mãe, numa situação idêntica, eu mesma possivelmente aceitaria a proposta, pois, valorizaria mais ter de volta o meu filho perdido, do que me sujeitar a uma fertilização in vitro. Os filhos que eu não tive não me fazem falta nenhuma, já os que tenho seria muito agoniante sobreviver sem eles…
Condeno por completo a atitude do cientista, a artimanha, o egoísmo, e a falta de responsabilidade e ética na análise das consequências que poderiam ter o seu processo de clonagem dois em um.
2) O processo de clonagem para reproduzir a criança consistiu na colheita de material genético contido no interior de células do mesmo antes de completar 72 horas após o seu falecimento, e introduzi - las no útero da mãe. A consequência mais negativa quanto a mim, na clonagem realizada deveu - se ao facto da artimanha do cientista usar também material genético do seu próprio filho. Embora, o filme, pura ficção científica, me tenha sensibilizado na medida que o motivo do casal justifique esta atitude, não vejo aspectos positivos na clonagem realizada, devido às más intenções do cientista. Na ciência real, sem ficção nunca tinha reflectido no tema da clonagem, não tenho conhecimentos para comentar este tema, mas, à partida não aceito a sua utilização na reprodução humana, e após um breve comentário da Prof.ª Carla, no sentido do tempo que seria necessário para se conseguir um perfeito clone, nas aberrações que antecederiam o seu alcance, no sofrimento que isso traria, no que sucedeu ao clone da ovelha Dolly (envelhecimento precoce, graves problemas de saúde e consequente falecimento…) amadureci mais o meu não à clonagem. Por tal devem existir limitações aos avanços científicos e tecnológicos associados à manipulação genética e reprodução artificial.
Conseguindo a ciência chegar ao nível de clonagem do filme, e sendo esta prática utilizada de uma forma descontrolada poderia, a meu ver ter consequências desastrosas, em primeira ideia ocorre - me por exemplo reproduzir com intenções destrutivas grupos de psicopatas, homicidas….
1) A um casal que acaba de perder num acidente o filho Adam, de 8 anos, é proposta por um cientista a clonagem do menino.
O casal, no início com muitas dúvidas e receios, é tentado a aceitar a proposta que a seu ver lhes devolverá o seu filho perdido.
Procedendo à recolha de material genético do falecido num período antecedente a 72 horas do falecimento torna-se possível a realização desta proposta.
Cientista e pais assumem um pacto de silêncio, segredo, em relação à comunidade em geral, pois a clonagem não é legalmente permitida. Criando condições que permitem o cumprimento deste pacto, é então introduzido no útero da mãe o material genético retirado do Adam.
O Cientista usa de artimanha, para que também ele, através da clonagem de Adam, traga de “volta o seu filho, que morrera num incêndio. Devido ao corpo queimado não terá sido possível a recolha de material suficiente para a clonagem do próprio filho, apenas recolheu algum, talvez da parte cerebral, que “armazenou” à espera da oportunidade que fosse de encontro ao seu desejo.
Pelo que entendi, o filho do cientista o filho do cientista era um psicopata, dono de uma personalidade destrutiva, maldosa.
Quando o clone de Adam completa a idade que Adam tinha quando morreu, diagnosticam-se comportamentos de dupla personalidade, age com base em memórias do filho do cientista, e manifesta as mesmas atitudes maldosas, e destrutivas.
Na situação especifica deste filme, eu não discordo de todo do processo de clonagem. Como mãe, numa situação idêntica, eu mesma possivelmente aceitaria a proposta, pois, valorizaria mais ter de volta o meu filho perdido, do que me sujeitar a uma fertilização in vitro. Os filhos que eu não tive não me fazem falta nenhuma, já os que tenho seria muito agoniante sobreviver sem eles…
Condeno por completo a atitude do cientista, a artimanha, o egoísmo, e a falta de responsabilidade e ética na análise das consequências que poderiam ter o seu processo de clonagem dois em um.
2) O processo de clonagem para reproduzir a criança consistiu na colheita de material genético contido no interior de células do mesmo antes de completar 72 horas após o seu falecimento, e introduzi - las no útero da mãe. A consequência mais negativa quanto a mim, na clonagem realizada deveu - se ao facto da artimanha do cientista usar também material genético do seu próprio filho. Embora, o filme, pura ficção científica, me tenha sensibilizado na medida que o motivo do casal justifique esta atitude, não vejo aspectos positivos na clonagem realizada, devido às más intenções do cientista. Na ciência real, sem ficção nunca tinha reflectido no tema da clonagem, não tenho conhecimentos para comentar este tema, mas, à partida não aceito a sua utilização na reprodução humana, e após um breve comentário da Prof.ª Carla, no sentido do tempo que seria necessário para se conseguir um perfeito clone, nas aberrações que antecederiam o seu alcance, no sofrimento que isso traria, no que sucedeu ao clone da ovelha Dolly (envelhecimento precoce, graves problemas de saúde e consequente falecimento…) amadureci mais o meu não à clonagem. Por tal devem existir limitações aos avanços científicos e tecnológicos associados à manipulação genética e reprodução artificial.
Conseguindo a ciência chegar ao nível de clonagem do filme, e sendo esta prática utilizada de uma forma descontrolada poderia, a meu ver ter consequências desastrosas, em primeira ideia ocorre - me por exemplo reproduzir com intenções destrutivas grupos de psicopatas, homicidas….
Trabalho (FB) realizado em 30 de Março de 2009-STC-SC
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